
Passados vinte e oito anos, quando crescia a luta pelo fim da ditadura em nosso país, sindicalistas, militantes de organização de esquerda, estudantes, intelectuais religiosos e trabalhadores dos mais diversos segmentos se uniram no colégio Sion, em São Paulo, para fundar uma nova alternativa partidária para o Brasil. Nascia dessa forma o Partido dos Trabalhadores, em 10 de Fevereiro de 1980.
Os participantes desse histórico encontro estavam plantando as sementes do que viria a se transformar no maior e mais representativo partido de esquerda da história do Brasil.
As greves nas fábricas do ABC e a prisão do então lider sindical Lula serviram de estopim para que o Partido dos Trabalhadores ganhasse projeção, fosse às ruas e se tornasse um dos principais porta-vozes das liberdades no Brasil.
Durante duas décadas o PT construiu lideranças que passaram a disputar não só os movimentos sociais, mas também os espaços políticos do Legislativo e do Executivo.
O Partido tem hoje cerca de um milhão de filiados(as) espalhados em todas as regiões, cresceu, amadureceu, se organizou em todos os Estados brasileiros. Mais que isso, multiplicou sua representatividade nas diferentes esferas do poder. No último pleito eleitoral, além de ajudar a reeleger o presidente Lula, o PT elegeu cinco governadores de Estado, participou de alianças vitoriosas em vários Estados e garantiu a eleição da Segunda maior bancada na Câmara, sendo o partido que recebeu a maior votação nominal do Brasil.
É sempre bom lembrar que o PT colheu esses resultados enfrentando um enorme e beligerante cerco político. Mas a dinâmica de um partido plural e democrático – o único no Brasil, aliás, que escolhe sua direção por meio de eleições diretas entre seus filiados – ajudou a superar as dificuldades.
O PT defende o controle social do povo sobre seus instrumentos de representação política. E queremos apoiar e aperfeiçoar as iniciativas do governo Lula.
Aos 28 anos, o PT é uma realidade vitoriosa. À frente do governo nacional, lidera a retomada do desenvolvimento, a partir do fortalecimento do papel do Estado, da diminuição da vulnerabilidade externa do país, da geração de empregos formais e do aumento do salário mínimo.
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